Barack Hussein Obama, Jr. é o primeiro candidato negro, por um partido grande, à presidência dos Estados Unidos.
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Tudo começou com esta foto. Meu avô visto na janela, me colocou para brincar dentro do Mercury verde, novinho em folha, que meu pai havia comprado e estacionado com orgulho em nossa garagem.
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Ficou óbvio o que já escrevíamos há algum tempo. O Presidente da Venezuela Coronel Chávez está doido por uma guerrinha para desviar a atenção do fracasso econômico e político de seu governo. Encontrou agora o pretexto, depois da incursão do exército colombiano ao território do Equador.
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Muito estranha esta onda contra o álcool combustível retirado da cana de açúcar pelo Brasil que, além de mover grande frota de automóveis no país, polui centenas de vezes menos do que os combustíveis derivados do petróleo. Estranho mesmo que no momento em que o barril de petróleo alcança preços estratosféricos, vozes da “ética” internacional responsabilizem o álcool combustível como o principal causador da fome no mundo. Cínico o comportamento dos europeus que responsabilizam os países produtores de álcool combustível pela fome e mantém em seus ricos países políticas altamente protecionistas no que concerne a agricultura. Neste diapasão, deveriam estar protestando então contra o plantio das uvas na França, Alemanha, Espanha, Itália, Estados Unidos etc., que servem para se fazer vinho em terras onde poderiam estar plantando trigo e batata.
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A tocha olímpica nunca foi tão desmoralizada, pois o seu simbolismo passa, preponderantemente, pela liberdade. No momento em que as olimpíadas se preparam para ocorrer na China, nos perguntamos como um país tão fechado e que atenta costumeiramente contra os direitos humanos pode sediar o evento? A resposta é óbvia. Há tantos interesses econômicos envolvidos no relacionamento com a China pelos países ocidentais, que nenhum mandatário internacional tem coragem de protestar de verdade. Por exemplo: não enviando seus atletas para competir. No máximo alguns líderes europeus anunciaram que não estarão presentes nas festividades de abertura. Creio, no entanto, que as críticas sobre a realização das Olimpíadas na China, por causa da violenta ocupação do Tibete, devem se estender aos Estados Unidos, em virtude da guerra do Iraque que já matou mais de 60 mil civis.
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