Muito estranha esta onda contra o álcool combustível retirado da cana de açúcar pelo Brasil que, além de mover grande frota de automóveis no país, polui centenas de vezes menos do que os combustíveis derivados do petróleo.
Estranho mesmo que no momento em que o barril de petróleo alcança preços estratosféricos, vozes da “ética” internacional responsabilizem o álcool combustível como o principal causador da fome no mundo.
Cínico o comportamento dos europeus que responsabilizam os países produtores de álcool combustível pela fome e mantém em seus ricos países políticas altamente protecionistas no que concerne a agricultura.
Neste diapasão, deveriam estar protestando então contra o plantio das uvas na França, Alemanha, Espanha, Itália, Estados Unidos etc., que servem para se fazer vinho em terras onde poderiam estar plantando trigo e batata.
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